O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) deu cinco dias para a Casa Civil, a Secretaria de Economia e o BRB explicarem aplicações de R$ 3,4 bilhões do Tesouro Distrital em CDBs do banco estatal.
A decisão foi referendada pelo plenário da Corte na quarta-feira (26), ao manter o despacho singular do relator. O processo foi aberto a partir de representação protocolada por um deputado distrital que apontou indícios de irregularidades nas operações.
De acordo com o documento, os repasses em Certificados de Depósito Bancário teriam a finalidade de elevar a liquidez do BRB e distorcer dados acompanhados pelo Banco Central do Brasil (Bacen) e pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
A representação questiona ainda a coerência dos investimentos diante de medidas de contenção de despesas e de relatos sobre atrasos em pagamentos da administração pública. O tribunal informou que fará uma apuração aprofundada após receber as respostas dos órgãos e do banco.



