“Menos é Mais só aconteceu porque nasceu em Brasília”, diz músico Gustavo Goes

Por Lucas Soares, Maria Della Penna e Fernanda Pinheiro
Agência de Notícias CEUB

Percussionista do grupo de pagode Menos é Mais, Gustavo Goes Boaventura, de 32 anos, diz que a banca teve uma trajetória marcada por persistência, desafios e pela identidade cultural da capital federal.

’’Não era só tocar por tocar. A gente queria viver da música. Começamos do zero, sem estrutura, sem investimento e sem ninguém apostando de verdade. O Menos é Mais só aconteceu porque nasceu em Brasília”, afirmou Goes.

O começo de tudo
O início da trajetória de Gustavo Goes na música aconteceu ainda na adolescência, muito antes do palco com grandes públicos e reconhecimento nacional. No Distrito Federal, ele deu os primeiros passos: “Eu comecei a tocar muito cedo, com 15 anos”

O grupo, idealizado em meados de 2016, nasceu a partir da paixão musical compartilhada pelos integrantes.

Projeção nacional
Desde cedo, os integrantes demonstraram iniciativa na criação das próprias oportunidades. Em 2017, começaram em uma festa mensal no Calaf, na Asa Sul, um espaço importante que marcou o início do trabalho e ajudou na formação do público.

A virada de chave aconteceu em 2019, após explodir nas redes sociais o projeto musical ”O Churrasquinho” gravado em uma roda de samba. Desde então, com ajuda da internet, o grupo passou a viver 100% da música.

Pouco a pouco, o Menos é Mais saiu da incerteza e se firmou como um dos principais nomes do cenário nacional

Brasília como identidade
A capital brasileira sustenta a identidade do grupo, segundo avalia Em uma cidade marcada pela diversidade cultural, onde diferentes estilos convivem e se cruzam, a música ganha novas formas e possibilidades.

“Em um cenário onde o público transita entre gêneros com naturalidade, o resultado é uma construção musical que foge do padrão. O público daqui é muito eclético, em outros lugares do Brasil, eu não vejo essa mistura tão forte”, disse Goes
Mais do que influência, a cidade consolida-se como fator essencial da identidade do grupo e da própria trajetória construída ao longo dos anos.

“O Menos é Mais nasceu nesse ambiente, essa mistura colocou a gente à frente em vários momentos. Brasília tem uma cultura muito própria dentro do samba e do pagode, existe uma história aqui. Quando a gente sobe no palco, leva Brasília junto, e quando volta, faz questão de se reconectar com isso”, afirmou Goes.

A cena musical no DF
A cena musical vive um momento de evolução em Brasília. Hoje, a cidade se apresenta como um ambiente ideal para o crescimento de novos projetos.

Para o percussionista, a cena de Brasília atualmente está muito mais aquecida. ‘’Tem muita gente boa surgindo e novos grupos ainda vão ganhar o país.”

De Brasília para o Brasil
O Menos é Mais construiu uma trajetória que ultrapassa a música e carrega com eles a essência de uma cidade que moldou cada etapa do caminho.

A representatividade nacional significa muito para o grupo, que desde o início teve a capital como parte central de sua trajetória.

Desde a projeção nacional, o grupo passou a realizar dezenas de shows ao longo dos anos, com uma agenda que percorre diferentes regiões do Brasil.

Hoje, o Menos é Mais ultrapassa 4 milhões de seguidores em suas redes sociais, onde divulgam os seus eventos mensais.

Além disso, o grupo também pensa em novos passos para a carreira, a ideia é gravar um novo projeto no fim do ano, mantendo a conexão com a cidade e com o público local.

“Brasília é parte de quem eu sou, é algo que eu nunca vou abandonar. A gente faz questão de gravar nossos projetos aqui”, afirmou Goes.

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