Os agentes de proteção da Vara da Infância e da Juventude do Distrito Federal (1ª VIJ) atuaram de forma ostensiva durante o carnaval de 2026, realizado de 13 a 17 de fevereiro. No período, 60 agentes circularam pelos eventos carnavalescos da capital para fiscalizar, orientar e proteger crianças e adolescentes.
De acordo com dados do Núcleo de Apuração e Proteção, vinculado à 1ª Vara da Infância e da Juventude do DF, foram registradas 19 abordagens a adolescentes ingerindo bebida alcoólica. Além disso, os agentes forneceram 216 orientações a ambulantes, bares e caixeiros sobre a proibição da venda de bebidas alcoólicas para menores, e 152 orientações a pais, responsáveis e equipes de segurança a respeito da legislação vigente.
A fiscalização abrangeu 27 locais, em sua maioria eventos e blocos carnavalescos públicos, além de alguns eventos privados. Entre as ações, foram realizados sete atendimentos a crianças perdidas, uma ocorrência de primeiros socorros, oito termos de entrega sob responsabilidade – quando crianças ou adolescentes são entregues aos pais ou responsáveis legais –, diversas abordagens para verificação de idade e um encaminhamento à Delegacia da Criança e do Adolescente.
A atuação dos agentes ocorreu de forma integrada com diversos órgãos de segurança pública, sob a coordenação da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal. Essa integração contribuiu para o sucesso das festividades, garantindo a segurança de crianças e adolescentes.
Os agentes de proteção são voluntários que atuam em locais ou estabelecimentos onde há ingresso ou permanência de crianças e adolescentes, como estádios, bares, boates, cinemas e teatros. Eles realizam fiscalizações para evitar e coibir situações que possam prejudicar ou colocar em risco a vida de meninos e meninas.
Além da fiscalização, os agentes promovem ações de orientação e prevenção, com o objetivo de divulgar o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e proteger o público infantojuvenil de situações de ameaça e violação de direitos.


