Os Estados Unidos investirão US$ 115 milhões (R$ 617,6 milhões) em medidas contra drones para aumentar a segurança durante a Copa do Mundo da FIFA 2026 e as celebrações do 250º aniversário da nação. O anúncio foi feito pelo Departamento de Segurança Interna (DHS) na segunda-feira (12), destacando a crescente preocupação com ameaças aéreas não tripuladas.
A iniciativa surge em um contexto de ameaças ampliadas pela guerra na Ucrânia, que demonstrou o potencial letal dos drones. Incidentes recentes com essas aeronaves também afetaram aeroportos na Europa e nos EUA, elevando as defesas nacionais.
“Estamos entrando em uma nova era para defender nossa superioridade aérea a fim de proteger nossas fronteiras e o interior dos Estados Unidos”, declarou a secretária do DHS, Kristi Noem, em comunicado oficial.
Empresas de defesa desenvolvem tecnologias como software de rastreamento, lasers, micro-ondas e metralhadoras autônomas para combater drones. O DHS não detalhou quais serão usadas nos locais da Copa, que espera mais de um milhão de viajantes e bilhões de espectadores globais.
O investimento complementa os US$ 250 milhões (R$ 1,4 bilhão) liberados pela Agência Federal de Gerenciamento de Emergências, ligada ao DHS, a 11 estados anfitriões do torneio para aquisição de antidrones. Recentemente, a governadora de Nova York, Kathy Hochul, solicitou mais apoio federal nessa área.


